O caso dos óvnis na Ilha de Trindade ES

Padrão

Em 16 de janeiro de 1958 o navio Almirante Saldanha, da Marinha do Brasil, estava próximo à Ilha de Trindade, no litoral brasileiro e sua tripulação fazia pesquisas associadas ao Ano Geofísico Internacional. Presente no navio havia varias personalidades do universo científico assim como oficiais de alta patente da marinha.

O fotógrafo profissional Almiro Baraúna juntou-se a tripulação do navio-escola Almirante Saldanha, para pesquisar a Ilha de Trindade, no litoral do Espírito Santo. O navio estava atracado, preparando-se para retornar ao continente, quando algo aconteceu.

Baraúna bateu algumas fotos do local um pouco antes e estava deitado no convés, passando mal. Tinha uma forte dor de cabeça e enjôo. De repente, por volta das 12h15min horas, percebeu uma grande movimentação na embarcação. Os marinheiros chamavam sua atenção para algo no céu.

O capitão Viegas, da Aeronáutica, chamou Baraúna e pediu para que fotografasse aquele objeto nos céus. Baraúna pegou a sua máquina Rolleiflex e conseguiu fazer seis fotografias. Segundo ele, perdendo duas fotos, a quarta e a quinta, devido à velocidade do objeto.

O filme foi revelado imediatamente segundo fontes com 48 testemunhas confirmando que as imagens do negativo eram exatamente iguais ao objeto que viram sobrevoando a ilha. Muitas testemunhas incluindo oficiais e personalidades cientificas estavam presente e confirmaram todo o ocorrido.

O caso virou febre na comunidade ufológica brasileira pelos fatos que haviam sido relatados por todos, confirmando sua veracidade, finalmente supostas imagens verdadeiras sobre a existência de óvnis.

Após o ocorrido Baraúna voltou para Niterói onde morava e mandou ampliar as imagens do negativo, assim podendo ver melhor as imagens e confirmando os óvnis nela. A marinha não tocou mais no assunto após liberar a divulgação das imagens primeiramente para o jornal O Correio da Manhã através do próprio governo.

Em 2010 a verdade sobre o óvni da Ilha de Trindade surgiu. Uma amiga da família de Baraúna relatou o que ouviu da boca do próprio fotógrafo: ele forjou as imagens, foi uma montagem.

“Ele pegou duas colheres, juntou, e improvisou uma nave espacial e usou de pano de fundo a geladeira da casa dele. Ele fotografou na porta da geladeira um objeto com a iluminação perfeita porque ele calculou tudo e não era bobo. Ele ria muito”, comentou Emília Bittencourt. O acervo de Baraúna está com uma sobrinha dele, que não quis gravar entrevista, mas confirma a fraude.

Um dos maiores casos ufológicos do Brasil virou pó ao se revelar a verdade. Isso se tornou um alerta para um debate mais sério acerca dos fenômenos ufológicos.

»

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s